Na sequência deste post e após cuidado diagnóstico na Motocentral, foi encontrada uma falha no volante magnético da LI! Um pequeno parafuso que resolveu mudar de lugar sem dar contas a ninguém.
Recordo que estamos a falar de uma Lambretta com quase 50 anos, nunca restaurada.
Lá para o final do ano vou começar a melhorar o motor, por isso até lá queria manter tudo como está.
Meia dúzia de telefonemas e o Bob tinha e fez o favor de me emprestar o volante da LI dele, parada lá na garagem, não sei se à procura de novo dono ou não! Prometo tratar bem da peça em questão.
Obrigado Bob.
Mais logo, o Miguel da Motocentral, que ao que parece arranjou amizade cá para os lados do Porto, vem buscar a peça. Espero que depois não demorem. Apetece-me fazer mais uns Oporto Lambretta Day.
PS: A Maldição da Honda fez-me hoje ficar sem gasolina e sem bateria num espaço de 5 minutos entre o Bunker e a garagem! Acreditam nisto!
Relatos e comentários sobre o prazer e o desafio de viajar com rodas pouco maiores que os buracos na estrada. rui.faria.tavares@gmail.com
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17 de julho de 2013
24 de junho de 2013
14 de abril de 2013
Oporto Lambretta Day II
Já não coloco muita fé nos meteorologistas, e no clima ainda menos. Assim sendo, ao ver o astro rei dar um ar da sua graça e porque ultimamente engracei com a Lambretta e com a minha cidade, que afinal pouco conheço, tomei um relaxante muscular para combater a vibração que se adivinhava e saí.
Mais uma vez sem rumo, as rodas de 10" levaram-me para os lados do Freixo, por vielas, calçadas e escadas novas para mim. Algumas maltratadas pelo abandono, outras preservadas por escondidas. Pela calçada do Rego Lameiro atravessando o Bairro da Agra dei comigo na marginal de um Douro com uma cor a fazer jus ao nome e voltei a subir por uma rampa digna de o ser. Desci a lavadouros recônditos e visitei os escombros de uma derrocada recente. Subi à Sé para ver o mercado, a Rua Escura fica para depois, mas a dos Felames e a Travessa do Souto conheci hoje. A de São Sebastião bloqueou-me com escadas, mas escadas a sério foram as das Verdades e de Codeçal. Na Batalha espreitei a Rua da Madeira e a de Cimo de Vila. Rumei à Porta do Sol e entrei numa rua sem saída que afinal tinha uma saída com um metro de largura. A LI3 coube. Por algum motivo lhe chamam "Slimline". Vi uma noiva adventista e desci uma calçada minúscula com as mesas do restaurante cá fora. Misturei-me com os turistas na Ribeira e vi duas miúdas giras de scooter. Voltei a casa "respirado".
| Travessa da Presa da Agra |
| Bairro da Agra |
| Presa da Agra |
| Presa da Agra |
| Rua do Rego Lameiro |
| Derrocada |
| Rua do Rego Lameiro |
| Calçada das Carquejeiras |
| Antiga Calçada da Corticeira |
| Fontaínhas |
| Lavadouro da Fontaínhas |
| Derrocada |
| Mercado São Sebastião, Sé |
| Sé do Porto |
| Rua do Felames e Travessa do Souto |
| Rua dos Felames |
| Rua S. Sebastião |
| Escadas do Codeçal |
| Praça da Batalha |
| Escadas da Rua da Madeira |
| Cimo de Vila |
| Rua de S. Luís |
| Rua da Porta do Sol |
| Casamento |
| Rua S. Nicolau |
| Largo do terreiro |
| Scooter Girls |
| Scooter Girls II |
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