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30 de maio de 2010

BT Intercom em NEXX

Na sequência dos preparativos para o LaL, dediquei-me ontem a instalar o sistema de audio nos capacetes novos que a Nexx gentilmente nos cedeu, a saber um X30 para mim e um XR1R para o meu companheiro de equipa, o Vasco. Como ele está neste momento ocupadíssimo a torrar ao sol em terras Algarvias, calhou-me a mim a tarefa. Afinal quem é o "mouro" aqui :)?
Na resposta do pedido de apoio que solicitei, a Nexx, fabricante nacional de capacetes que surpreende pela qualidade e inovação dos seus produtos, cedeu-nos estes capacetes para fazer-mos o Lés a Lés.
Assim e como nos próximos dias vamos fazer uns milhares de Km's dentro deles, ficam para essa altura as impressões.
A instalação do sistema de áudio, no XR1R foi quase Plug-and-Play, bastando retirar
parte dos interiores, tarefa muito fácil nestes capacetes e instalar os componentes nos seus lugares:





No X30 já não foi bem assim. O exíguo espaço na zona das orelhas e o remate inferior da calota totalmente selado, creio que para evitar ruídos parasitas, obrigou a algum trabalho adicional, mas que acabou por resultar:




Ficaram com bom aspecto, não ficaram?

26 de maio de 2010

LaL em TA


Como alguns já sabem este ano vou fazer o Lés a Lés com a Honda Transalp.
Pois, desta feita decidi, mesmo correndo o risco de achar a passeata pouco mais que uma saída para o café... ou não, que à Heinkel não lhe estava a apetecer encher de novo os pulmões com o pó da serra do Caldeirão, entre outras.
Depois de conversar com ela, acertei que desta feita seria a Transalp que me levaria em tão agradável viagem.
Tenho estado então a tratar de a equipar (leia-se pendurar) alguns acessórios que me poderão ajudar na viagem.
Ora espreitem lá:

Está exagerado?
Nãããããã
Nem tem malinhas de electricista nem nada...

16 de maio de 2010

Os jagunços do costume foram vadiar



Como não podes?!
Sábado saída de tua casa e mais nada
Foi assim que dois AMIGOS me resgataram de um longo período de abstinência a que me tenho submetido no que diz respeito a passeios não programados, não combinados, não nada.Com montadas diferentes do habitual, lá segui eu no meio de dois BMW'istas jagunços onde não faltavam malas laterais, faróis suplementares, casacos cinza, Ram Mounts e muitas ventoinhas.Quase sempre por tabuletas que indicavam Rota do Românico, saímos sem destino definido pela estrada de Entre os Rios e sempre a ladear o Douro seguindo para Castelo de Paiva e as suas pizzas, Penafiel, Lousada, Guimarães onde é obrigatório dar um abraço ao Paulo Salgado e uma espreitadela na sua garagem, onde encontrei uma Casal Boss com depósito dentro do quadro que foi a primeira mota em que andei. Regresso pela nacional de novo ao Porto.170Km a uma média de 50 e poucos Km/h, três horitas a rolar fizeram as delicias de uma tarde bem passada, com bem mais do dobro para o Hugo e um pouco mais de Kms para o Sérgio que de Coimbra e Póvoa Varzim respectivamente saíram para me levar a passear
Obrigado.

28 de abril de 2010

14º Aniversário do Lambretta clube Portugal



Nem só de pó de garagem se cobrem as Lambrettas. E para o provar, teve lugar no passado dia 25 de Abril, em Guimarães, a comemoração do 14º aniversário do Lambretta Clube de Portugal, como habitualmente promovido pelo Sr. Paiva, mas desta feita com o apoio do Paulo Salgado & Friends, conhecido do mundo das Scooters da forma mais universal que se pode imaginar.
Isto de marcas é um factor de ligação e não de separação, como se percebeu pelo apoio dado pelos elementos do Vespa Clube de Guimarães que foram incansáveis na preparação e no apoio dado.
Com início na Penha, onde até Espanhóis acorreram, calcorreamos estrada e mais estrada, por fantásticos caminhos com pouco trânsito e muita paisagem onde nem a nuvem de óleo da mistura a 5% perturbou o ambiente.
S. Pedro também lá esteve, brindando-nos com Sol todo o dia e temperaturas amenas.
Depois de umas duas horas com os pneus a girar, pontuando com pequenas paragens fotográficas aqui e ali, seguiu-se para o repasto onde até tivemos direito a bolo de aniversário com velas e tudo. Para os que naquele dia descobriram que afinal a sua Lambretta é perfeitamente capaz de fazer mais do que dois quilómetros e meio por dia (e com que entusiasmo o descobriram), depois do almoço repetiu-se a dose de passeata com a vibração das máquinas a ajudar à digestão.
Os de mais longe foram abandonando a comitiva pois para alguns a casa ainda ficava longe.
Sim, vi atrelados, mas em relação a anos anteriores eram quase só os dos nossos amigos Espanhóis.
Obrigado aos que nos proporcionaram estes momentos e a nós próprios por permitirmos às nossas montadas esticarem as pernas.


Abraço

14 de abril de 2010

12º Portugal de Lés-a-Lés - Moviflor



Adesão superou todas as expectativas e ultrapassou os 1000 participantes
Inscrições esgotadas!
Prova avassaladora do fascínio criado pela maior maratona mototurística da Europa, o 12.º Portugal de Lés-a-Lés/Moviflor atingiu o número máximo de aventureiros! E isto quando faltava ainda mais de um mês para a data limite de inscrições...São números de um sucesso ímpar! Na 12.º edição da grande aventura mototurística a organização foi obrigada a fechar as inscrições mais cedo do que o previsto, depois da entrada de mais de 1100 pedidos de inscrição na sede da Federação de Motociclismo de Portugal. E isto com um mês de antecedência em relação à data prevista no regulamento, 17 de Maio, prova mais que evidente do fascínio de um evento único!A maratona que, ao longo de mais de uma década, atravessa Portugal Continental pelas mais pitorescas e desconhecidas estradas e caminhos bate, assim, o anterior recorde de inscrições, ampliando a caravana que, entre 3 e 5 de Junho, ligará Faro ao Porto, com passagem em Cuba, Sintra e Lousã. Garantia de animação acrescida num percurso que, novidade, terá o concelho ribatejano de Benavente como anfitrião do lanche da primeira etapa deste 12.º Portugal de Lés-a-Lés/Moviflor.Um sucesso de adesão conseguido, também, graças ao envolvimento directo da BMW Portugal no evento integrado na comemoração do 20.º aniversário da entidade federativa, ligando os concelhos onde estão sedeados alguns dos motoclubes fundadores. Um trajecto surpreendente delineado pelos elementos da Comissão de Mototurismo da FMP e que promete festa rija aos motociclistas nacionais e estrangeiros que não enjeitam uma oportunidade única de conhecer melhor um País com excelentes condições (e paisagens deslumbrantes...) para viajar de moto.

Gabinete de Imprensa Portugal de Lés-a-Lés [12-04-2010 23:31:55]
Em breve coloco aqui as preparações do meu veículo para o LaL deste ano.

2 de março de 2010

R.I.P. and Reborn



Afinal não me dei bem com essa treta do "Rest in Peace". O meu autocolante "Pole Position" torna-me irrequieta em demasia para aceitar de bom grado isso de paz eterna. Eu quero é queimar gasolina, muita estrada e boas curvas, daí que pedi ao meu protector que me devolvesse à vida terrena e se possivel com uma roupagem girita já que os vinte e tal anos com que conto são para ser vaidosa. Senão vou ser quando? Aos cinquenta como uma amarelada que se meneia aqui pela garagem?

Não pensei que pudesse é ser tão moroso e invasivo.

Despojada de todo e qualquer componente, peeling total, base, corrector, cremes hidratantes, rimel, eyeliner, you name it.

Em compensação os artistas foram do mais querido. Sempre gentis perguntavam: magoa? a cada parafuso, anilha ou vedante.

Aos poucos fui-me reconhecendo de novo. Pés... pneus, mãos... manetes, olhos... faróis, rabo... para-choques.

Mas continuava ligada às máquinas, claro, até que o vislumbrei! O meu coração (também o ouvi chamar motor), a brilhar com um esplendor tal que me ofuscou e a prometer um vigor como já não sentia há décadas.

Parafuso após parafuso a parafernália de peças que em caixas me rodeava foi desaparecendo na mesma proporção em que eu me sentia cada vez mais completa.

Ouvia os primeiros sons, sentia as primeiras vibrações. Que saudades! Um último retoque, mais um autocolante. Estava ansiosa por esticar as molas.

A primeira vez foi estranha, não má, apenas estranha. O circuito eléctrico em tensão, as tubagens sob pressão. Primeira, segunda, terceira. As relações da caixa de velocidades a seguirem-se num ritmo certo, as jantes tontas da rotação e de repente o vento! Sim, o ar que eu tanto ansiava transformou-se em vento e que bem que sabia. Na primeira curva a inclinação fez-me temer pelos substitutos dos Zippy, na primeira travagem o Ferodo dos novos travões provou o que valia.

Estava pronta.





Onde está a estrada?

Vamos?