Afinal já ando há dois anos a acompanhar a Francisca na equitação.
E se eu também.....
Já tive quatro aulitas. Passo, trote sentado, trote levantado e poucos sustos.
Está a saber bem. Afinal aquilo não difere muito de uma scooter antiga. Cheira mal, anda pouco, só pára se lhe apetecer, não lhe falta manhas e feitios, primeiro que arranque é o cabo dos trabalhos e dá alguma pinta. :)
Relatos e comentários sobre o prazer e o desafio de viajar com rodas pouco maiores que os buracos na estrada. rui.faria.tavares@gmail.com
12 de janeiro de 2013
Heinkel Kalender 2013
No ano passado, o Heinkel Club Deutschland de que sou associado já desde 2005, realizou um pequeno concurso fotográfico, em que o tema era obviamente as Heinkel e do qual eu tive conhecimento só no ultimo dia, eram já umas 9 da noite. Não queria deixar de participar, mas não tinha tempo para grande coisa.
Desci então à garagem com um flash meio manhoso para ver o que podia fazer, procurei no computador e lá enviei umas 4 ou 5 fotos sem edição nem nada. Não era o que queria mas pelo menos participava.
Sem surpresa, verifiquei passado uns dias que não tinha ganho, nem poderia ter pretensões a tal, mas pelo menos tinha participado.
Agora a segunda parte da história. O clube tem uma revista trimestral muito engraçada, pelo menos nas figuras, porque o que está escrito escapa-me na totalidade e que envia para casa dos associados, sendo a edição de Dezembro acompanhada de um calendário ilustrado com fotos antigas e recentes de Heinkel's.
Recebi a minha revista à uns dias, desfolhei-a, olhei para a capa do calendário e pousei tudo na secretária para quando tivesse mais tempo. Uns dias depois, a saber ontem, desfolhava o calendário e...
Pois é! Uma das minhas fotos está lá! A Jenny é a estrela de Fevereiro! E formosa como ela é não poderia estar noutro ângulo que não este:
Obrigado HCD. Este ano vai ser sempre Fevereiro cá por casa :)
22 de dezembro de 2012
18 de novembro de 2012
Grupo Motard CGD
Apesar da palavra "Motard" me fazer alguma impressão, acho que em Português temos melhor, motociclista, por exemplo, a verdade é que já faço parte deste grupo há uns tempos, sem nunca ter tido no entanto oportunidade de me reunir com os seus membros, apesar de alguns serem já meus conhecidos.
Assim , quando recebi um mail a anunciar este último encontro de 2012, enchi-me de brio e decidi desta vez não faltar.
Não terá sido assim muito bem escolhido o evento, pois não se tratava de um passeio, mas sim um encontro e como sabem eu gosto um bocado de esticar as pernas na estrada acompanhado por amigos.
Daria pelo menos para estar com alguns amigos e conhecer outros.
Assim, com as minhas habituais reservas, lá me comprometi a ir ter com eles almoçar a um local com uma paisagem deslumbrante que é a albufeira da barragem da Aguieira.
Saída do Porto de manha na Transalp, pela auto-estrada com as nuvens a ameaçar chuva da grossa e que veio mesmo a cair incessantemente durante quase todo o dia. Uma hora e meia ou assim e já estava no ponto de encontro combinado, de onde rumamos para um simpático restaurante. Boa comida, boa companhia e já que não se andava do moto, aliás só apareceram 4 motos!!, fui tirando umas fotos. Muito bem recebido pelos que me reconhecem, que trataram logo de me apresentar aos restantes, percebi que se viva um salutar e divertido ambiente familiar e profissional. Sim, porque também se trabalhou! Este grupo organiza, com frequência mensal, uma actividade.
Normalmente um passeio algures, com actividades não só gastronómicas incluídas, sendo que se por um lado fiquei a saber que para o ano vai haver Rafting, (presumo que sem sem as motas), por outro fiquei na dúvida em relação a uma viajem internacional, pois metia aviões e não sei se motas!
Abandonei a reunião a meio para poder honrar compromissos que tinha no Porto para o jantar, com uma saída "à francesa", para não interromper os trabalhos. De certeza que não levaram a mal.
Regresso a começar ainda de dia, já sem chuva mas com o piso molhado e a Transalp a mostrar de novo porque é que é uma trail a sério (Not too fast, Not too tall, Not too strong), levando-me até casa ao ritmo que o sol caía.
Auto-estrada, acordar cedo, chuva... não é bem uma das minhas combinações preferidas, mas deu para uma viagem tranquila (e um bocado molhada) e para testar a capacidade do meu fato de chuva e do novo pneu traseiro. Ambos aprovaram.
Se vos apetecer, se bem que pode interessar mais aos intervenientes, algumas fotos em formato de filme semi-editado, ou seja, coladas à balda e com a primeira banda sonora que me veio à mão.
Abraço e para a próxima quero ir de novo.
Grupo Motard CGD from Rui Tavares on Vimeo.
Assim , quando recebi um mail a anunciar este último encontro de 2012, enchi-me de brio e decidi desta vez não faltar.
Não terá sido assim muito bem escolhido o evento, pois não se tratava de um passeio, mas sim um encontro e como sabem eu gosto um bocado de esticar as pernas na estrada acompanhado por amigos.
Daria pelo menos para estar com alguns amigos e conhecer outros.
Assim, com as minhas habituais reservas, lá me comprometi a ir ter com eles almoçar a um local com uma paisagem deslumbrante que é a albufeira da barragem da Aguieira.
Saída do Porto de manha na Transalp, pela auto-estrada com as nuvens a ameaçar chuva da grossa e que veio mesmo a cair incessantemente durante quase todo o dia. Uma hora e meia ou assim e já estava no ponto de encontro combinado, de onde rumamos para um simpático restaurante. Boa comida, boa companhia e já que não se andava do moto, aliás só apareceram 4 motos!!, fui tirando umas fotos. Muito bem recebido pelos que me reconhecem, que trataram logo de me apresentar aos restantes, percebi que se viva um salutar e divertido ambiente familiar e profissional. Sim, porque também se trabalhou! Este grupo organiza, com frequência mensal, uma actividade.
Normalmente um passeio algures, com actividades não só gastronómicas incluídas, sendo que se por um lado fiquei a saber que para o ano vai haver Rafting, (presumo que sem sem as motas), por outro fiquei na dúvida em relação a uma viajem internacional, pois metia aviões e não sei se motas!
Abandonei a reunião a meio para poder honrar compromissos que tinha no Porto para o jantar, com uma saída "à francesa", para não interromper os trabalhos. De certeza que não levaram a mal.
Regresso a começar ainda de dia, já sem chuva mas com o piso molhado e a Transalp a mostrar de novo porque é que é uma trail a sério (Not too fast, Not too tall, Not too strong), levando-me até casa ao ritmo que o sol caía.
Auto-estrada, acordar cedo, chuva... não é bem uma das minhas combinações preferidas, mas deu para uma viagem tranquila (e um bocado molhada) e para testar a capacidade do meu fato de chuva e do novo pneu traseiro. Ambos aprovaram.
Se vos apetecer, se bem que pode interessar mais aos intervenientes, algumas fotos em formato de filme semi-editado, ou seja, coladas à balda e com a primeira banda sonora que me veio à mão.
Abraço e para a próxima quero ir de novo.
Grupo Motard CGD from Rui Tavares on Vimeo.
1 de novembro de 2012
Electro Bike Tour IV
Na sequência disto:
Electro Bike Tour, disto Electro Bike Tour II e disto Electro Bike Tour III, já tardava um ponto de situação.
Se leram o sugerido acima, então a sequência dos acontecimentos é fácil de adivinhar.
A bateria foi substituída por uma a sério (LiFePo), levou um selim melhor, um guiador mais alto, pára lamas e mais umas coisinhas para ficar mais útil e citadina. E claro que alguns (vários) componentes foram trocados por outros de melhor qualidade, para garantir a fiabilidade necessária a um conjunto a pesar cerca de 25Kg.
O resultado foi, evidentemente, a usurpação pela minha filha desta e-bike.
De facto, ela gostou tanto dela e da liberdade que lhe proporciona, que quando a quero eu , tenho que a reservar, ou amarra-la com um aluquete :)
Reservei o dia de hoje para dar noticias, porque a bicicleta completou hoje 1.000 Km de utilização, sem problemas e nunca se recusando a nada. Nem à chuva.
E, merecidamente, quando vou trabalhar com ela, até tem honras de direito de estacionamento na garagem da Direcção.
Ora espreitem lá:
Uma montagem feita em casa, low-cost e a rivalizar em tecnologia e performance com o que apenas se consegue comprar com quatro dígitos na etiqueta do preço.
Electro Bike Tour, disto Electro Bike Tour II e disto Electro Bike Tour III, já tardava um ponto de situação.
Se leram o sugerido acima, então a sequência dos acontecimentos é fácil de adivinhar.
A bateria foi substituída por uma a sério (LiFePo), levou um selim melhor, um guiador mais alto, pára lamas e mais umas coisinhas para ficar mais útil e citadina. E claro que alguns (vários) componentes foram trocados por outros de melhor qualidade, para garantir a fiabilidade necessária a um conjunto a pesar cerca de 25Kg.
O resultado foi, evidentemente, a usurpação pela minha filha desta e-bike.
De facto, ela gostou tanto dela e da liberdade que lhe proporciona, que quando a quero eu , tenho que a reservar, ou amarra-la com um aluquete :)
Reservei o dia de hoje para dar noticias, porque a bicicleta completou hoje 1.000 Km de utilização, sem problemas e nunca se recusando a nada. Nem à chuva.
E, merecidamente, quando vou trabalhar com ela, até tem honras de direito de estacionamento na garagem da Direcção.
Ora espreitem lá:
Uma montagem feita em casa, low-cost e a rivalizar em tecnologia e performance com o que apenas se consegue comprar com quatro dígitos na etiqueta do preço.
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