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4 de fevereiro de 2017

Berg 2000Km


Em 2015, contei aqui a evolução de uma bicicleta de supermercado para um brinquedo que gosta de lama.
No passado fim de semana, o conta Km's avisou-me que tinham sido percorridos mais um milhão de metros por trilhos esburacados, caminhos ensopados, tuneis abandonados, denuncias ecológicas, novos companheiros de passeio, análises de velocidade em vias rápidas, subidas difíceis superadas, descidas atrevidas e até uma cambalhota inesperada.
Embora menos variadas que as recolhidas no primeiro milhão, também foram sendo registadas imagens pelo caminho. Resgate de águia incluído.


 


















 

 

 


 




Venham mais 1000, por favor.
Obrigado

Reutilizar, Reciclar, Reaproveitar

A segunda bicicleta verde.

Quem se dedica a algo em particular acaba por acumular peças fora de uso.
Uma das coisas de que gosto é de bicicletas.
Gosto de andar nelas e gosto de mexer nelas.
Por isso nos últimos anos tenho abraçado alguns projetos neste ramo, suficientemente bem sucedidos, como por exemplo esta elétrica, esta para a Graça ou esta para os dois. Houve ainda uma para o namorado da minha filha. Era uma bicicleta de montanha, suficientemente bem equipada para permitir umas passeatas pela lama e umas descidas divertidas. Usada apenas duas vezes, os amigos do alheio gostaram tanto dela que a resolveram subtrair da minha garagem mesmo antes de eu ter tempo para uma sessão fotográfica. Um revés que me trouxe à estaca zero no que diz respeito a poder ir passear com o rapaz. Fica aqui expresso o meu desejo de que se mandem por uma ribanceira abaixo. Com força.
Com o regresso do Inverno e portanto com mais tempo em casa, questionei-me que projeto poderia abraçar.
Um amigo, ao arrumar a arrecadação onde guarda o lixo, preparava-se para deitar fora um quadro de montanha, velho, amassado, arranhado, sujo e feio, mas em alumínio e reforçado. Fiquei com ele.
Desci à minha garagem e recolhi todo o material também velho, usado, obsoleto, avariado ou esquecido que por lá havia.
Juntei uns rolamentos de direção novos, uma folha de lixa e uma lata de tinta em spray.
Mexi tudo muito bem com a ajuda de ferramentas adequadas, mãos sujas de óleo e a utilização tolerada pela minha mulher de uma divisão cá em casa.
Duas semanas depois surgia uma bicicleta pronta para andar na terra. Verde como a Francisca gosta. Tem um tamanho um pouco pequeno para o rapaz, por isso decidi que a iria oferecer à minha filha. É o tamanho certo para ela e com o espigão de selim longo que instalei e um guiador com elevação, vai servir também para o namorado dela. Partilham.
Vejam lá se gostam, então.

 

 

 










 


 
 



Agora é andar um pouco com ela e fazer as afinações finais.
Obrigado ao Bob da Horta das Vespas pelo quadro, dicas e afinações finais.





31 de agosto de 2016

A Zorra e os tipos do pedal



A Rota da Zorra vai ser um Evento de BTT e Caminhada, de cariz solidário, organizado pelo grupo de amigos "Dar ao Ped@L", os quais tiveram já uma vez a paciência de me levar a passear.
Com a simpatia e disponibilidade deles, vai com certeza ser uma manhã gira a 9 de Outubro e valerá com toda a certeza os cinco euritos que pedem. Essa nota reverte na totalidade para os trabalhos de restauro da "Zorra" http://www.fanzeres-saopedrodacova.pt/index.php/noticias-2/noticia/34-destaque-2/1037-restauro-da-zorra
Sabem o que é uma Zorra, certo? Esta em particular, a Zorra n.º 53, transportava carvão entre São Pedro da Cova e Massarelos, em 193 e qualquer coisa, estando neste momento no Museu Mineiro de S. Pedro da Cova.
E como eles são verdadeiramente bons anfitriões, andaram a fazer choradinho às empresas da zona e vão conseguir com os trocos que lhes sacaram, oferecer-nos o seguro, umas coisitas para comer e beber, lavam-nos a bicicleta e pelos vistos a nós também. Esta ultima  parte também acho um bocado estranha, mas pronto. De qualquer forma acho que não é obrigatório e podemos voltar para casa a cheirar um bocado, mas com a bicicleta a brilhar. Se já te convenci a aparecer, vai a esta página https://daraopedal.com/ que é o site deles (sim, também há sites sem ser no Facebook :) ) e tens lá uma ligação para a inscrição.
O pior é que tens de acordar cedo para estares creio que às 9 no Museu Mineiro de S. Pedro da Cova e depois pedalar uns 30 Km's. Se bem que sendo num Domingo é uma boa alternativa a ficar a amassar as almofadas do sofá a ver o Breaking Bad pela enésima vez e a deprimir porque os dias estão mais pequenos e passadas três semanas vamos entrar no horário de Inverno.
Se fores como eu, vais perder-te vinte vezes ao tentares encontrar sozinho o ponto de partida e quando deres por ela andaste às voltas e estás nas traseiras da tua casa sem saberes como. Para reduzir as possibilidades de tal acontecer, acho que é melhor escreveres esta morada no GPS ou no telemóvel.
R. Marginal de Vila Verde, 253, 4510-324 São Pedro da Cova, ou 41°09'46.7"N 8°30'34.9"W
Espero que estejam corretas... e se não estiverem também lá vou eu parar. Bebemos umas cervejolas, dizemos uma parvoíces e voltamos para casa com as bicicletas limpas à mesma.
Que vos parece?

28 de março de 2016

Persistência... teimosa

Desde que comecei a passear pelos campos de bicicleta, lá para o final de 2013, que a Rota das Cebolas, ali para os lados da Silva Escura na Maia, tem sido a minha preferência para treinar nuns caminhos não muito difíceis.



No entanto há lá uma subida que nunca conseguia fazer. É pequena. São cerca de 25m com desnível de 6m, portanto cerca de 16%, em terra, sulcado por regos de água, com pedras soltas à mistura.
Desde essa altura que sempre que lá vou tento. Fico sempre a meio.. Chamava-lhe a subida impossível. Até à passada sexta-feira. Fui passear de novo para lá com o Pedro e:



Não sei se inspirado pelo espírito pascal, se porque correu bem, a verdade é que finalmente consegui.
A persistência compensou.
Fica aqui, no monte Taim
:


Agora chama-se a subida de Taim e tem este aspecto:



Os meus agradecimentos à minha bicicleta, quase toda "homemade" que se portou de novo à altura.


"Piece of cake", portanto.