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26 de setembro de 2013

ScooterPT Camping

Não, não sei trabalhar com Photoshop


Estou a sentir uma estranha vontade de chegar ao Louriçal...não percebo é porquê, visto que:
Vou trabalhar como um louco desde manhã para tentar sair um pouco mais cedo.
Vou apanhar uma molha monumental a conduzir uma Scooter com 53 anos por estradas nacionais, becos e ruelas, acompanhado por uma Lambretta de corrida, conduzida por um corredor de Lambrettas.
Vou chegar já ao fim da tarde e ainda vou ter de montar a tenda à chuva.(não sei do martelo nem da maior parte das espias!)
Não sei o que vou jantar nem onde.
Vou dormir com 95% de humidade, em cima de pedras, cheio de jagunçada à volta....

Mas...
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NUNCA MAIS CHEGA :)

P.S.:
Se não percebem patavina do que estou a falar, posso receitar-vos um destes dois:
Ou esperam pelo dia da próxima semana eu que eu já consiga mexer as mãos, em movimentos minimamente coordenados e me dê na telha escrever uma ou duas linhas a expor as vergonhas do que por lá tenha acontecido, ou espreitam nestas prosas pobremente decoradas com fotografias tiradas com as mãos sujas de terra, gasolina e óleo, onde se relata entre erros ortográficos e construções gramáticas duvidosas, o que nos dois últimos anos aconteceu, porque não me apetece procurar mais.

2012
2011

23 de setembro de 2013

Scooter Parade, the after party

O dinamismo dos eventos realizados à volta das Scooters tem permitido que ultimamente se recuperem ou criem actividades que fogem do tradicional encontro para almoçar depois de um passeio pela localidade.
Exemplos disso foram os meus dois últimos fins de semana.
Se a 14 de Setembro o Vespa Clube de Lisboa nos brindou com a recuperação das provas de regularidade em Vespa, evento que voltou a promover após um interregno que se prolongava já desde os anos sessenta, ontem experimentei um evento que se distingue principalmente por não ter sido preparado por scooteristas para scooteristas, apesar de ter contado com a participação e ajuda de alguns dos maiores clubes e fóruns do meio, a par com a colaboração de scooteristas recém-chegados.
O Scooter Parade, criteriosamente organizado por pessoas com larga experiência na organização de eventos mais generalistas, soube agregar num só momento os interesses de Vespistas, Lambrettistas ou Heinkelistas, com os dos scooteristas de "nova geração", ou seja, pessoas que vêem nas Scooters um prático, económico e divertido meio de transporte, sobretudo citadino. Não as usam (ainda) por paixão, mas por praticabilidade e para a maior parte, este foi o primeiro encontro à volta deste interesse comum. Mas não se iludam, apesar de terem descoberto este veículo à relativamente pouco tempo, muitos fazem dele o seu veículo principal, todos os dias, faça chuva ou sol! Ou seja, por vezes mais do que alguns de nós que os têm apenas por hobby!
Por tudo isto, o lugar eleito foi o ideal. Cidade do Porto, no Queimódromo, a escassos metros da praia, com a meteorologia a brindar-nos com um mágnifico sábado de Verão.
Nem o chamamento da areia morna mesmo ali ao lado tentou os participantes, que escolheram admirar as máquinas, centenas delas, que lá estavam, participando num passeio que de forma ordeira e regular percorreu algumas das artérias principais desta metrópole. O imenso cortejo rivalizava em superioridade com outras manifestações sociais e desportivas que decorriam simultâneamente, animado com a cobertura televisiva que enchia de orgulho os participantes. E que eram de todos os tipos, gerações, gostos e cores. Veteranos e novatos, curiosos e utilizadores regulares.
A tarde foi preenchida com Test-Drives a scooters eléctricas, aulas de condução, exposições, provas de (pouca) velocidade e testes de destreza.
Com a "Comida de Rua" a manter-nos alimentados e hidratados, este foi um espaço de convivência, descontracção e boa disposição, rematado com a entrega dos prémios das provas e anúncio da scooter eleita como a mais bonita e original, uma linda PCX magnificamente decorada.
Foi um evento simpático que quem sabe, até poderia de futuro ser agregado com eventos mais tradicionais do meio, sendo que se complementariam na perfeição.


















































22 de setembro de 2013

Electric Heinkel

Este vídeo, em Alemão porque a Ângela acabou de ganhar as eleições por isso habituem-se, mostra um pequeno carro Heinkel, nascido em 1963 e convertido recentemente em veículo eléctrico.
A transformação foi feita por estagiários da RWE, que é uma das maiores 5 empresas do ramo da produção eléctrica e o veículo conseguiu passar todos os teste de homologação.





16 de setembro de 2013

A Oeste... tudo de novo

Entre o mar e a serra, a aldeia e a modernidade, Torres Vedras é terra de contrastes e complementaridade. Gentes da terra e estrangeiros que lá dormem, centros comerciais e ruas em calçada portuguesa convivem em harmonia e sol.
O cenário correcto para um evento pouco comum em Portugal na actualidade do mundo das scooters, mas ideal pelo prazer de condução e o desafio da descoberta.
O Vespa Clube de Lisboa levou assim a cabo a 2ª Regularidade Moderna, moderna mas apenas porque aconteceu agora, porque de tradição nestes eventos é este clube rico e ainda não se pensava em revolução já as Vespas se reuniam em enxame para se desafiarem regularmente.
Desta feita foi o Vasco a "abelha-mestra" que com os seus conhecimentos e dedicação levou um grupo de Vespas a alternar entre a amplitude duma vista de mar e a imensidão duma serra, entre antigas estradas retorcidas e caminhos de terra, com os os seus pilotos de olhos postos no relógio e no leitor de Road-Book onde desfilavam as folhas A5 repletas de minuciosas indicações e avisos.
Curva e contra curva, controles secretos onde nos carimbavam o atraso, o zumbir dos motores em evidente mas alegre esforço, a surpresa da paisagem que surgia encadeada e quase nos encandeava, as placas da estrada que nos indicavam o caminho menos óbvio mas que era o correcto, acabaram por nos depositar de novo, após três horas de concentração cuidada, nas mãos dos controladores horários, incansáveis debaixo de sol abrasador e que ditariam a sentença final.
Mas essa era na verdade a que menos importava. Vencer era participar. Poder partir, chegar ao fim, estar com os amigos, divertir-se. E nisso houve imensos vencedores. Todos.
E ainda tive bónus. Aproveitei para passar um fim de semana fora, jantar com amigos e tudo coroado pela presença da minha mulher, a Graça.
Poucas fotos tirei, o ritmo da prova foi rápido e não permitia devaneios, mas vou ter de passar de novo por aqueles caminhos, com calma.













Cumplicidade?


Ah! É verdade:
Ganhei :)