Aos meus amigos, conhecidos e aos que se dão ao incômodo de ler os sarrabiscos que escrevo, um BOM NATAL.
Relatos e comentários sobre o prazer e o desafio de viajar com rodas pouco maiores que os buracos na estrada. rui.faria.tavares@gmail.com
Mostrar mensagens com a etiqueta lambretta. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta lambretta. Mostrar todas as mensagens
24 de dezembro de 2019
29 de novembro de 2019
Tecnologia e Conetores
3G, GPS, GPX, HD-Video, POI, siglas tecnológicas que aos poucos vão entrando no nosso quotidiano.
Mesmo os mais conservadores no que diz respeito a passeatas em duas rodas, acabam um dia por se render às evidentes vantagens da parafernália de equipamentos disponíveis para pendurar nos guiadores.
Mas esses equipamentos usam eletricidade. Muita, por vezes. O mercado, claro, atira-nos com mais aparelhos como os PowerBanks, equipamentos com autonomia elevada e uma série de outras soluções, inevitavelmente caras e poucas vezes compatíveis entre si, de modo a sacar mais uns trocos ao incauto motociclista de fim de semana.
Adicionalmente a esta evolução, na maioria das motas chegar à bateria para a carregar após períodos de inatividade, é amiúde um exercício que nos leva a desmontar mais peças do que seria razoável supor.
As máquinas que tenho na garagem são muito diferentes entre si, o que me fez assumir o desafio de encontrar uma solução universal.
Acabou por ser mais simples do que inicialmente julguei.
Numa casa de acessórios de automóveis escolhi uma mão cheia de conetores de boa qualidade, em pares macho/fêmea e liguei-os às respectivas baterias, protegidos por um fusível adequado. Coloquei a ficha num local acessível e protegido.
Depois comecei a ver o que precisava de alimentar. Primeiro o carregamento da bateria da mota em si. Ainda com a ideia da universalidade quis usar um carregador normal, daqueles com "garras" para os pólos. Com um pouco de tubo das canalizações eléctricas, um metro de cabo multifilar, solda de estanho e fita nas cores vermelha e preta, surgiu isto:
Assim basta ligar o conetor na mota pretendida e o carregador nas cores correspondentes.
Gosto de usar como GPS um antigo telefone Android com o software OruxMaps, que não só me guia como regista o meu percurso. Ter o telemóvel bem carregado também ajuda.. Assim um trio de tomadas USB de 3A vinha sempre à mão:
Na mota maior umas tomadas USB só para ela, com interruptor e à prova de água pareceu-me bem:
Para ligar um qualquer dispositivo preparado para trabalhar a partir da tomada de isqueiro de um carro serve para muitas situações:
Se precisar de 220V uso este pequeno inversor:
A partir daqui tudo depende das vossas necessidades. Com todas as motas equipadas com a ficha fêmea, desde que não abusando do consumo, podem ligar o que quiserem. Geleiras, bombas de ar, aspiradores, sei lá. E em qualquer das motas.
Mesmo os mais conservadores no que diz respeito a passeatas em duas rodas, acabam um dia por se render às evidentes vantagens da parafernália de equipamentos disponíveis para pendurar nos guiadores.
Mas esses equipamentos usam eletricidade. Muita, por vezes. O mercado, claro, atira-nos com mais aparelhos como os PowerBanks, equipamentos com autonomia elevada e uma série de outras soluções, inevitavelmente caras e poucas vezes compatíveis entre si, de modo a sacar mais uns trocos ao incauto motociclista de fim de semana.
Adicionalmente a esta evolução, na maioria das motas chegar à bateria para a carregar após períodos de inatividade, é amiúde um exercício que nos leva a desmontar mais peças do que seria razoável supor.
As máquinas que tenho na garagem são muito diferentes entre si, o que me fez assumir o desafio de encontrar uma solução universal.
Acabou por ser mais simples do que inicialmente julguei.
Numa casa de acessórios de automóveis escolhi uma mão cheia de conetores de boa qualidade, em pares macho/fêmea e liguei-os às respectivas baterias, protegidos por um fusível adequado. Coloquei a ficha num local acessível e protegido.
![]() |
| Na Honda |
![]() |
| Na Heinkel |
![]() |
| Na Vespa |
![]() |
| Na Lambretta |
Depois comecei a ver o que precisava de alimentar. Primeiro o carregamento da bateria da mota em si. Ainda com a ideia da universalidade quis usar um carregador normal, daqueles com "garras" para os pólos. Com um pouco de tubo das canalizações eléctricas, um metro de cabo multifilar, solda de estanho e fita nas cores vermelha e preta, surgiu isto:
Assim basta ligar o conetor na mota pretendida e o carregador nas cores correspondentes.
Gosto de usar como GPS um antigo telefone Android com o software OruxMaps, que não só me guia como regista o meu percurso. Ter o telemóvel bem carregado também ajuda.. Assim um trio de tomadas USB de 3A vinha sempre à mão:
Na mota maior umas tomadas USB só para ela, com interruptor e à prova de água pareceu-me bem:
Para ligar um qualquer dispositivo preparado para trabalhar a partir da tomada de isqueiro de um carro serve para muitas situações:
Se precisar de 220V uso este pequeno inversor:
A partir daqui tudo depende das vossas necessidades. Com todas as motas equipadas com a ficha fêmea, desde que não abusando do consumo, podem ligar o que quiserem. Geleiras, bombas de ar, aspiradores, sei lá. E em qualquer das motas.
28 de outubro de 2019
A Lambretta do autocolante bonito
As Lambretta são pouco vulgares em Portugal. As do modelo DL ainda mais, sendo consideradas mesmo raras.
Corre a ideia que devido à sua elevada procura pelos entusiastas Ingleses, as já poucas que por terras Lusas permaneciam, foram nos anos 90 parar a terras de sua majestade.
Assim, encontrar uma Lambretta DL a funcionar, por um preço decente, é uma tarefa árdua.
Recebi à dias uma mensagem de um conhecido deste meio, a perguntar-me se eu conheceria alguém interessado em ter uma.
Eu, claro, respondi, mas neste momento o meu portfólio estava completo. Assim pedi-lhe uns dias para pensar.
A quadrilha "4onTour" contou durante alguns anos com apenas uma Lambretta, a minha, mas este ano o Vasco tinha adquirido uma belíssima LI Golden Special e o Miguel uma imaculada LI 150 azul cueca.
Só o Paulo não tinha ainda nenhuma!
Apesar dele contar já com uma garagem bem recheada e estar neste momento na fase final do restauro de uma MZ, começamos os três a fazer pressão para ele ficar com esta Lambretta.
Afinal para que servem os amigos senão para exercer más influências e ajudar a depauperar as carteiras alheias?!
E conseguimos.
No mês passado lá fui eu buscar uma espetacular DL150, que por acaso até já era nossa conhecida nas mãos de um anterior proprietário, com pintura original, a andar perfeitamente e com um autocolante feito por mim em 2010, o que a valorizava imensamente.
Trouxe-a para casa onde ficou a fazer companhia à Handa Nagazoza.

Ontem o Paulo lá conseguiu um espaço na agenda e veio, com o Miguel, busca-la.
Depois de uma cuidada análise e inspeção, quando creio até ter ouvido em surdina o seu novo dono dizer algo do estilo "Lá fui eu comprar mais um monte de sucata", acabou por se conformar, carregou-a na carrinha e rumou a terras Mouras.
Soube depois que a deixou em casa do Miguel, para se ir acostumando à presença da LI azul cueca dele e talvez para lhe dar tempo de terminar o projeto da MZ.
Corre a ideia que devido à sua elevada procura pelos entusiastas Ingleses, as já poucas que por terras Lusas permaneciam, foram nos anos 90 parar a terras de sua majestade.
Assim, encontrar uma Lambretta DL a funcionar, por um preço decente, é uma tarefa árdua.
Recebi à dias uma mensagem de um conhecido deste meio, a perguntar-me se eu conheceria alguém interessado em ter uma.
Eu, claro, respondi, mas neste momento o meu portfólio estava completo. Assim pedi-lhe uns dias para pensar.
A quadrilha "4onTour" contou durante alguns anos com apenas uma Lambretta, a minha, mas este ano o Vasco tinha adquirido uma belíssima LI Golden Special e o Miguel uma imaculada LI 150 azul cueca.
Só o Paulo não tinha ainda nenhuma!
Apesar dele contar já com uma garagem bem recheada e estar neste momento na fase final do restauro de uma MZ, começamos os três a fazer pressão para ele ficar com esta Lambretta.
Afinal para que servem os amigos senão para exercer más influências e ajudar a depauperar as carteiras alheias?!
E conseguimos.
No mês passado lá fui eu buscar uma espetacular DL150, que por acaso até já era nossa conhecida nas mãos de um anterior proprietário, com pintura original, a andar perfeitamente e com um autocolante feito por mim em 2010, o que a valorizava imensamente.
Trouxe-a para casa onde ficou a fazer companhia à Handa Nagazoza.

Ontem o Paulo lá conseguiu um espaço na agenda e veio, com o Miguel, busca-la.
Depois de uma cuidada análise e inspeção, quando creio até ter ouvido em surdina o seu novo dono dizer algo do estilo "Lá fui eu comprar mais um monte de sucata", acabou por se conformar, carregou-a na carrinha e rumou a terras Mouras.
Soube depois que a deixou em casa do Miguel, para se ir acostumando à presença da LI azul cueca dele e talvez para lhe dar tempo de terminar o projeto da MZ.
Daqui a uns dias lá seguirá até à capital, chegando assim a casa. Nessa altura deverá também ser preparado o evento de apresentação à ultima Lambretta do grupo, a LI Golden Special do Vasco.
Parabéns Paulo pelo novo brinquedo e que te divirtas muito com ela.
21 de outubro de 2019
Serra de Valongo da série O Meu Quintal
Mesmo aqui no meu quintal, a Serra de Valongo oferece imensos trilhos para passear de bicicleta e observar paisagens desafogadas.
Hoje apeteceu-me ir até lá, mas também movido pela preguiça, lembrei-me de ir de Lambretta.
Afinal a "Handa Nagazoza" tinha que fazer jus às letras da matricula.
Segui assim até à Aldeia de Couce e reconhecendo o percurso que já fiz a pedal no sentido inverso, resolvi continuar.
Ao inicio o estradão de terra batida, buracos cheios de água e muita lama não colocaram grandes dificuldades, até que num local com algumas casas, um ancião recomenda-me seguir em frente, pois pela esquerda era só serra. Agradeci-lhe e para espanto dele, disse-lhe que era mesmo isso que eu queria.
À medida que o trilho piorava, cheguei a considerar dar meia volta, mas que diabo, estava a saber bem e a paisagem era já fenomenal. Aparece-me uma subida íngreme, em lousa e assustei-me um pouco. Não de cair, mas os cantos afiados destas pedras embirram em tentar cortar os pneus. Arrisquei.
Chegado ao cimo dou com uma equipa florestal num jipe, que me pergunta como diabo cheguei la acima "naquilo"! Oferecem-se para me tirar dali a Lambretta. Declino educadamente e explico que para estar num local com aquelas vistas tudo vale a pena. Concordam e já que quero continuar, dão-me o numero de telemóvel deles para se tivesse problemas mais à frente. Não tive.
Embrenhei-me pelo meu conhecido trilho, sempre em baixa velocidade e atenção máxima à lama e a poças de água de profundidade desconhecida. Uma delas ainda me molhou os pés, mas a magnifica preparação que a Motocentral fez no motor, permitiu-me chegar à Santa Justa sem percalços e todo enlameado.
Valeu mais que a pena.
Hoje apeteceu-me ir até lá, mas também movido pela preguiça, lembrei-me de ir de Lambretta.
Afinal a "Handa Nagazoza" tinha que fazer jus às letras da matricula.
Segui assim até à Aldeia de Couce e reconhecendo o percurso que já fiz a pedal no sentido inverso, resolvi continuar.
Ao inicio o estradão de terra batida, buracos cheios de água e muita lama não colocaram grandes dificuldades, até que num local com algumas casas, um ancião recomenda-me seguir em frente, pois pela esquerda era só serra. Agradeci-lhe e para espanto dele, disse-lhe que era mesmo isso que eu queria.
À medida que o trilho piorava, cheguei a considerar dar meia volta, mas que diabo, estava a saber bem e a paisagem era já fenomenal. Aparece-me uma subida íngreme, em lousa e assustei-me um pouco. Não de cair, mas os cantos afiados destas pedras embirram em tentar cortar os pneus. Arrisquei.
Chegado ao cimo dou com uma equipa florestal num jipe, que me pergunta como diabo cheguei la acima "naquilo"! Oferecem-se para me tirar dali a Lambretta. Declino educadamente e explico que para estar num local com aquelas vistas tudo vale a pena. Concordam e já que quero continuar, dão-me o numero de telemóvel deles para se tivesse problemas mais à frente. Não tive.
Embrenhei-me pelo meu conhecido trilho, sempre em baixa velocidade e atenção máxima à lama e a poças de água de profundidade desconhecida. Uma delas ainda me molhou os pés, mas a magnifica preparação que a Motocentral fez no motor, permitiu-me chegar à Santa Justa sem percalços e todo enlameado.
Valeu mais que a pena.
15 de julho de 2019
Aniversários
Nos aniversários é costume haver uma celebração. Um lanche, jantar ou mesmo festa rija.
E depois há as escolhas melhores para celebrar.
O Sergio resolveu fazer anos, de novo. É um hábito que mantem há umas dezenas de voltas ao Sol.
E tal como eu gosta de motas velhas, enferrujadas, quase resgatadas da sucata. E o Hugo também.
Desafiou-nos assim para uma passeata de duas centenas de Km´s, 2657 curvas apertadas, piquenique numa qualquer serra, banho de rio e diversão garantida.
Aceitamos de imediato.
Estou proibido de contar tudo o que se passou, por isso aqui vão as imagens mais fracas de alguns instantes. Poucos, pois ou fotografas ou absorves o momento.
A propósito, sabiam que mesmo aqui ao lado há sítios idílicos onde nem é preciso passaporte? Pois!


E depois há as escolhas melhores para celebrar.
O Sergio resolveu fazer anos, de novo. É um hábito que mantem há umas dezenas de voltas ao Sol.
E tal como eu gosta de motas velhas, enferrujadas, quase resgatadas da sucata. E o Hugo também.
Desafiou-nos assim para uma passeata de duas centenas de Km´s, 2657 curvas apertadas, piquenique numa qualquer serra, banho de rio e diversão garantida.
Aceitamos de imediato.
Estou proibido de contar tudo o que se passou, por isso aqui vão as imagens mais fracas de alguns instantes. Poucos, pois ou fotografas ou absorves o momento.
A propósito, sabiam que mesmo aqui ao lado há sítios idílicos onde nem é preciso passaporte? Pois!

O relato do Hugo aqui.
3 de junho de 2019
Já Handa
Fui finalmente buscar a Lambretta.
Já tinha saudades dos travões que mal funcionam, de não a conseguir pôr a trabalhar sem colocar todo o meu peso no pedal, da vibração que me adormece as mãos, do barulho ensurdecedor do escape.
Numa palavra, já tinha saudades da imperfeita perfeição do fabricante de Milão.
Ainda estando em rodagem e para evitar tentações, esqueci as vias rápidas e rumei a casa sempre pela costa, parando aqui e ali para admirar "La Bella Italiana"
Obrigado de novo à Motocentral pelo excelente trabalho e dedicação
24 de maio de 2019
Não, não a podes levar
Por mail o Ribeiro anuncia-me que a Handa Nagazoza está pronta. Só faltam umas afinações e arrumar a fiarada.
Obviamente no dia seguinte estava lá eu às primeiras horas da manhã.
Já que aqui estás... o computador isto e aquilo... e noticias da Lambretta nada.
Decido eu perguntar. Sim, só falta arrumar a fiarada no cabeçote e umas afinações, mas olha lá, queres leva-la já hoje?
Arrumar a fiarada e afinar umas coisas é coisa para na Motocentral fazerem em minutos!
Lá me explica. Ela está a andar que se desunha, já ando com ela há dois depósitos e como já sei que tu gostas de ver até onde ela aguenta, desta vez faço eu a rodagem!
E mais nada!
Pode haver coisa melhor que um mecânico que se preocupa connosco?
Obrigado Ribeiro.

Obviamente no dia seguinte estava lá eu às primeiras horas da manhã.
Já que aqui estás... o computador isto e aquilo... e noticias da Lambretta nada.
Decido eu perguntar. Sim, só falta arrumar a fiarada no cabeçote e umas afinações, mas olha lá, queres leva-la já hoje?
Arrumar a fiarada e afinar umas coisas é coisa para na Motocentral fazerem em minutos!
Lá me explica. Ela está a andar que se desunha, já ando com ela há dois depósitos e como já sei que tu gostas de ver até onde ela aguenta, desta vez faço eu a rodagem!
E mais nada!
Pode haver coisa melhor que um mecânico que se preocupa connosco?
Obrigado Ribeiro.
Posso então ao menos dar uma voltinha? Devagar?
19 de maio de 2019
Handa Nagazoza ameaça regressar à estrada
Na continuação do relatado aqui, coloquei mãos à obra e comecei a pesquisar a fundo por um pistão ligeiramente mais largo que me permitisse reutilizar o cilindro. Inicialmente tinha sido pensada uma substituição integral da camisa do grupo térmico, mas quando nos recordamos das horas gastas de lima das unhas na mão, a desenhar e amaciar as generosas janelas do cilindro, reavaliamos as nossas prioridades. No entanto o oversize do pistão que nos poderia permitir usar o cilindro do motor, teria de ser metade do habitual, de forma a não reduzir perigosamente a espessura da bridge da janela de escape. Após algum tempo encontro um fornecedor Italiano com a solução. Telefono-lhe. Confirma que o tem, mas como a marca em questão tem um representante em Portugal, a importação teria de ser feita por ele. Indica-me o contacto e diz-me que vai já colocar um de lado. Um mail para a empresa de cá e 48h depois o pistão está na oficina. O mercado europeu também tem vantagens.
Assim o conjunto rapidamente segue para o retificador, de onde volta com as tolerâncias exatas. A Motocentral tem excelentes contactos.
Está na hora de instalar o grupo térmico no motor, colocar uma nova embraiagem e devolver o motor ao quadro.
Depois de substituir tudo o que é cabos de aço e alguma fiarada eléctrica, o próximo passo será escolher o carburador e reanimar o coração laranja da Handa Nagazoza.
Stay tuned.
Assim o conjunto rapidamente segue para o retificador, de onde volta com as tolerâncias exatas. A Motocentral tem excelentes contactos.
Está na hora de instalar o grupo térmico no motor, colocar uma nova embraiagem e devolver o motor ao quadro.
Stay tuned.
Subscrever:
Mensagens (Atom)










































