Não gosto de coisas feitas em cima da hora. Muito menos tendo a ver com a preparação de motas para o meu passeio preferido do ano.
Já nem sei há quantos meses iniciei a saga de preparação da Lambretta para o Lés a Lés, mas foi há muitos.
Foram horas de estudo, de troca de ideias, de encomendas e espera pelos transportadores.
Foram inúmeras as viagens ao preparador, a Motocentral.
Foram muitas as ajudas e opiniões e ainda mais as questões.
Não estive a fazer um restauro, isso seria mais óbvio, "bastando" levar a mota de novo ao estado que estava em nova. Foi antes adaptar para um uso um pouco mais exigente, mecânicas desenhadas e construídas há mais de 50 anos.
No aspecto exterior nada mudei. Ok, estofei as selas, pronto. Mas de resto ficou tudo. As mossas, arranhões e mazelas de dezenas de anos ficaram todas lá.
Mexemos no coração e mexer num coração é obviamente delicado. O coração já recuperou. Bate de forma sã e com vivacidade.
Falta é o "esparguete". A duas semanas da partida os cabos e fios desafiam a paciência e o pouco tempo. Parafusos que se soltam durante a rodagem são reforçados ou substituídos. Para enganar a espera aproveita-se para testar uns acessórios e instalar outros. Admira-se o Zippy e a instalação eléctrica adaptada por mim.
Esperamos um pouco mais e vamos espreitando.
Relatos e comentários sobre o prazer e o desafio de viajar com rodas pouco maiores que os buracos na estrada. rui.faria.tavares@gmail.com
27 de maio de 2014
20 de maio de 2014
Kitanço Nagazoza 18 (Last parts)
13 de maio de 2014
Hazul bike
Já muito viram as composições deste Grafitter na cidade do Porto. Talvez menos saibam que ele tem também uma bicicleta grafitada.
12 de maio de 2014
Saudades das férias
2013 com Graça Gomes, por Viana, Marvão, Montesinho e Alvor. Só os dois como há muito não fazíamos.
Repetimos, Graça?
Berg supermercado, cidade, montanha
No Inverno de 2011/2012, escolhi para meu projeto a construção de um Tandem, história explicada aqui.
Logo apos a escolha e preparação do quadro, comecei a reunir peças para iniciar a montagem, altura em que um amigo a quem contei o projeto, me ofereceu uma bicicleta que tinha no fundo da garagem para funcionar como dadora.
Era uma Berg Trail Rock 2.1, portanto pouco mais do que uma bicicleta de montanha de supermercado, equipada com uns pneus fininhos de estrada, pois nos seus últimos km's ativos tinha sido utilizada como uma citadina, para levar o miúdo à escola e ir às compras.
No entanto fiquei com pena de estragar uma máquina quase funcional e em vez de a canibalizar, completei-a.
Selim, pedaleira, corrente, pneus e ficou pronta
Não era muito usada, mas quando o era cumpria.
Neste inverno, desafiado pelo meu cunhado, comecei a usa-la no meio para que foi feita, ou seja umas incursões pela lama, pedra e terra.
Aqui a qualidade dos componentes começou a explicar-me porque motivo existiam bicicletas caras e aos poucos fui trocando-os para uns melhorzitos. Mas nunca se negou a oferecer-me bons momentos de diversão, mesmo que por vezes um pouco "coxa"
Até ficar assim. Uma bicicleta suficiente para montanha e a um custo (muito) controlado
Obrigado ao Miguel Barbot da Veloculture
Logo apos a escolha e preparação do quadro, comecei a reunir peças para iniciar a montagem, altura em que um amigo a quem contei o projeto, me ofereceu uma bicicleta que tinha no fundo da garagem para funcionar como dadora.
Era uma Berg Trail Rock 2.1, portanto pouco mais do que uma bicicleta de montanha de supermercado, equipada com uns pneus fininhos de estrada, pois nos seus últimos km's ativos tinha sido utilizada como uma citadina, para levar o miúdo à escola e ir às compras.
No entanto fiquei com pena de estragar uma máquina quase funcional e em vez de a canibalizar, completei-a.
Selim, pedaleira, corrente, pneus e ficou pronta
Neste inverno, desafiado pelo meu cunhado, comecei a usa-la no meio para que foi feita, ou seja umas incursões pela lama, pedra e terra.
Aqui a qualidade dos componentes começou a explicar-me porque motivo existiam bicicletas caras e aos poucos fui trocando-os para uns melhorzitos. Mas nunca se negou a oferecer-me bons momentos de diversão, mesmo que por vezes um pouco "coxa"
Até ficar assim. Uma bicicleta suficiente para montanha e a um custo (muito) controlado
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